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INSTITUTO FLUMIGNANO DE MEDICINA


Registrado no Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro sob o nº 52.1063219

NÚCLEO DE ATENDIMENTO
AOS DIABÉTICOS

Diretor : Dr. Izidoro de Hiroki Flumignan
izidoro@flumignano.com

- " MAIS DO QUE DA GLICEMIA, CUIDAMOS DE TODA A SAÚDE DO DIABÉTICO " -

O diabetes mellitus é uma síndrome que apresenta elevado índice de morbidade e mortalidade, sendo que o controle adequado da glicemia é a conduta terapêutica mais relevante na prevenção de suas complicações. Portanto, o bom controle glicêmico tem um grande impacto na qualidade de vida dos diabéticos, tanto nos aspectos de saúde quanto nos custos econômicos que ampliam-se com o aparecimento e progressão da neuropatia diabética, da nefropatia diabética, das  macros e micros angiopatias diabéticas que acabam por repercutir na saúde total do diabético. O coração, o cérebro e os membros inferiores são mais acometidos pela aterosclerose do que entre os não diabéticos, e o mesmo acontece com a hipertensão arterial que freqüentemente desencadeia o infarto agudo do miocárdio e o acidente vascular cerebral. A nefropatia diabética e a hipertensão arterial são as causas mais comuns de insuficiência renal crônica que acabam, as vezes, por evoluir, e necessitar de hemodiálise. A retinopatia diabética é a causa mais comum de cegueira irreversível a partir dos 60 anos. Estas informações são comprovadas por várias estatísticas mundiais. Portanto, a medicina para o diabético, chamada de diabetologia,  não limita-se apenas ao controle glicêmico, mas também dedica-se as complicações associadas aos órgãos alvos como coração, o cérebro, os membros inferiores, os rins, os olhos, a disfunção erétil e enfim, ao sistema metabólico global. O monitoramento da hemoglobina glicosilada, da frutosamina, da lipemia, dos níveis hormonais, hematimétricos, protéicos, imunológicos, enzimáticos e bioquímicos, incluindo a aplicação dos fundamentos da terapêutica orto-molecular de proteção aos radicais livres com vitaminas e minerais anti-oxidantes. É necessária redobrada atenção aos  obesos, diabéticos ou não, pelo que disponibilizamos grupos operativos motivacionais com o objetivo de esclarecer as alternativas terapêuticas personalizadas incluindo as diversas opções clínica ou cirúrgicas - a cirurgia bariátrica e metabolica - que tem se demonstrado, ideal para os grandes obesos resistentes aos tratamento clínico.

O Núcleo de Atendimento ao Diabético do Instituto Flumignano de Medicina tem como missão atender os pacientes diabéticos em todas as suas necessidades clínicas e educacionais, tanto em grupos operacionais em sala própria como também pela Internet através da Educação em Saúde Flash. Oferecemos instruções técnicas para uso dos melhores recursos tecnológicos para o controle glicêmico, produzimos perícias e laudos médicos de check-up com históricos evolutivos, tanto para fins médicos quanto para os administrativos e jurídicos, objetivando a proteção dos diabéticos prevista em leis. Dispomos de uma sala dedicada a reuniões para o conforto e aprimoramento continuado de nossa equipe e pacientes. Realizamos estudos e pesquisas para atualização e produção científica nos diversos segmentos de interesse da ciência médica e disponilibizamos gratuitamente a nossa Biblioteca Medica Virtual com a produção científica de nossa Equipe Médica Multidisciplinar, que também responde e-mails aos pacientes, dentro das possibilidades da ética médica .

Nosso objetivo é atender ao diabético em suas necessidades globais, abrangendo seus aspectos emocionais e racionais, inclusive com filosofia de auto-ajuda. Optamos pelas orientações científicas aprovadas pelas Sociedade Brasileira do Diabetes (SBD), Associação Latino-Americana do Diabetes e da Associação Americana do Diabetes(ADA). Isto inclui a cuidadosa prescrição dos melhores medicamentos orais, insulinas, recursos eletrônicos como monitorização glicêmica domiciliar, aplicadores automáticos de insulina na forma de canetas quanto na forma de bomba portátil de infusão contínua e holter da glicemia de 72 ou 96 horas que permite a visualização dos níveis contínuos da glicemia por vários dias, facilitando a tomada de decisão terapêutica tanto para o médico como para o paciente. Incluímos o eletrocardiograma de rotina, independentemente de sintomas, devido a elevada prevalência de doenças do coração nos diabéticos acima de 40 anos.

O diabetes mellitus é conhecido desde o Egito Antigo, descrito no Papiro e Erbers e desde então, principalmente depois de 1922 com a descoberta da insulina pelos médicos Canadenses Best & Banting, a ciência médica tem trazido a humanidade maravilhosas soluções terapêuticas ao diabético ao ponto de possibilitar uma vida longa e feliz. Antes destes recursos, os diabéticos jovens estavam sujeitos a morte rápida, enquanto os diabéticos da maturidade estavam sujeitos a uma vida de sofrimento e invalidez.

Atualmente já se conhece muito bem os fundamentos etiológicos e fisiopatológicos dos diabéticos. Ainda não dispomos de recursos para alterar o código genético visando impedir o aparecimento do diabetes. Mas dispomos de recursos preventivos medicamentosos, e principalmente, recursos ambientais, de prevenção da obesidade e do sedentarismo, principalmente aos diabéticos da maturidade. Há muitos anos se propõe o tratamento cirúrgico de transplantes do pâncreas, porém até hoje, o controle da rejeição é mais difícil do que o controle glicêmico, pelo que não se justifica esta decisão, com exceção para aqueles que também necessitem de transplantes associados de rins ou fígado ou para aqueles que apresentam grande instabilidade glicêmica com longas e freqüentes hipoglicemias assintomáticas. O implante isolado de células beta produtoras de insulina, no fígado, também encontra a dificuldade da comum rejeição imunológica dos transplantes porém há esperanças nas novas possibilidades de encapsulamento das mesmas, protegendo-as dos anticorpos. O implante de células troncos hematopoiéticas ou de células tronco embrionárias clonadas para a cura do diabetes encontram-se em fase inicial de pesquisa, e a técnica atual visa fazer um "reset" imunológico de todo o organismo antes que o diabetes se manifeste com o objetivo de interromper a formação dos anticorpos anti-células beta. Os resultados foram animadores. Veja o site www.nucel.com.br . As opções terapêuticas eletrônicas se despontam como as mais realísticas a curto prazo, incluindo o formidável sistema Minimed Paradigm Real Time, um verdadeiro pâncreas eletrônico, em velocidade rápida de evolução.

O tratamento atual, graças aos excelentes recursos medicamentosos e insulínicos, associados aos da  tecnolonogia eletrônica e bioquímica, possibilitam aos diabético uma vida normal, tanto em qualidade quanto em sobrevida, tão bons quanto ao da própria cura. O que se busca é o aperfeiçoamento constante das técnicas médicas para se obter o melhor controle glicêmico com mais facilidade e conforto para o paciente. O Instituto Flumignano de Medicina mantém contatos com centros universitários e de pesquisas de todo o mundo, porém somente utiliza os recursos inovadores quando forem seguros para os pacientes.

Atualizada em 07/09/08

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