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INSTITUTO FLUMIGNANO DE MEDICINA
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NÚCLEO DE ATENDIMENTO
AO OBESO |
- Equipe médica C.E.T.O.M. - Centro de Tratamento da Obesidade Mórbida
www.acimadopeso.com
Dr. ROGÉRIO VILLELA LEMOS - Cirurgião Geral e Videolaparoscópico
Dr. IZIDORO DE HIROKI FLUMIGNAN - Clínica
Médica - Endocrinologia - Risco Cirúrgico
Dra. DIRCE DE SÁ FREIRE - Psicanálise e Psicologia
Dra. HELENA MÜLLER - Psicanálise e Psiciologia
Dra. ANDREA CONY - Nutricionista
O TRATAMENTO DA OBESIDADE
Tratamento Clínico
A obesidade é uma doença. Fatores ambientais como sedentarismo e dieta inadequada favorecem o seu aparecimento. É doença, pois encurta a vida assim como é fator de risco para outras co-morbidades como o diabetes mellitus, hipertensão arterial, doença coronariana entre outras. O obeso não tem culpa pela doença, pois sua causa é genética. Por ser inestética traz sofrimento social e pode acarretar depressão e prejudicar o desenvolvimento social e a felicidade. A medicina oferece um conjunto de tratamentos clínicos e também cirúrgicos que podem controlar a obesidade, de maneira eficaz, anulando seus efeitos deletérios para a saúde e para a vida social. O tratamento clínico é destinado a todos os obesos, cujo rigor deve ser proporcional às suas necessidades individuais. As possibilidades de sucessos são ampliadas se forem praticadas em grupos motivacionais. A fome não pode ser subestimada, principalmente se for do tipo compulsiva. Disciplina e método são necessários para o tratamento da obesidade, seja pelo método clínico ou cirúrgico. O tratamento da obesidade traz o bem estar e descortina novos horizontes para o desenvolvimento social. Para isto, é necessário que o obeso transcenda o comodismo e a resignação, acreditando em sua superação pessoal.
CIRURGIA BARIÁTRICA
Cirurgia para obesidade de grau III.
A cirurgia bariátrica é, hoje em dia, a melhor solução para a obesidade grau III para àqueles(as) que fracassaram com o tratamento clínico. São considerados obesos severos os que obtiverem IMC maior que 39 ou maior que 35 com comorbidades associadas. O IMC é o índice de massa corpórea calculado através da divisão do peso pelo quadrado da altura. Para a adoção de qualquer terapia cirúrgica deve ser ponderado o risco operatório versus o risco da doença a ser tratada. A obesidade severa é uma doença que estabelece fatores de riscos maiores que os eventuais riscos potenciais do tratamento operatório. A cirurgia bariátrica com acesso laparoscópico é mais apropriada pois reduzem o tempo de internação, a dor, o período de afastamento das atividades diárias e as complicações cicatriciais em comparação a cirurgia convencional. Dentre as opções técnicas destacam-se as opções restritivas, que reduzem o estômago; as desabsortivas, que diminuem a absorção dos alimentos ingeridos; e as mistas, que as associam de maneira complementar. Entre elas estão a Banda Gástrica Ajustável; a Scopinaro; a Gastroplastia de Capella; a de Yga; e o Balão Intra-Gástrico. A escolha da técnica cirúrgica depende do tipo de obesidade, da personalidade e do tipo de aceitação do paciente diante das limitações pós-cirúrgicas. De modo geral, o bypass gastroduodenal apresenta resultados excelentes com perda ponderal de 30-40% do peso ou 70-80% do excesso do peso entre 12 e 18 meses. O tempo de inatividade pós-operatório nas operações laparoscópicas é em média de 7 dias. Para uma decisão amadurecida o(a) pretendente deve participar de sessões prévias de esclarecimentos ministrados por uma equipe multidisciplinar composta por médicos, psicólogos e nutricionistas, e no final do treinamento, atestarão a aptidão do paciente para a cirurgia proposta. A dieta hipocalórica, mesmo após a cirurgia bariátrica, continuará sendo necessária para o emagrecimento, porém com mais facilidade e satisfação, se comparada à dieta convencional.
Nossa equipe médica prepara todos os laudos necessários para fundamentar a solicitação desta cirurgia aos planos de saúde, e em casos específicos, até para liminares judiciais, uma vez que o tratamento cirúrgico da obesidade está consagrada em todo o mundo. A cirurgia bariátrica não é cirurgia estética, mas depois do emagrecimento pretendido, poderá ser necessário reparos através da cirurgia plástica para correções da flacidez, que considerando ser continuidade do tratamento da obesidade, também deverá ser custeada pelos planos de saúde.
Para avaliação de seu caso, consulte inicialmente o endocrinologista da nossa equipe médica, que avaliará a correta indicação para o procedimento cirúrgico e organizará todas as rotinas administrativas e clínicas pré-cirúgicas entre os demais membros da equipe médica. Fazemos reuniões com a família e também em grupos para esclarecimentos detalhados sobre os resultados cirúrgicos.
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Atualizada em 27/07/07
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